“O cinema faz-se com os outros, mas é terrivelmente solitário. Para mim, sempre foi assim, algo da ordem da doença. É por isso que grandes cineastas tratam da sua doença num filme e que, quando o vemos, ele tem um poder curativo. Alguns filmes curaram-me, e esta componente solitária do cinema é muito importante para mim.”
(Pedro Costa nessa entrevista dada a Francisco Valente, assistente de curadoria do Departamento de Cinema do MoMA)


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